G1: Indio da Costa promete investir em acessibilidade para idosos

G1: Indio da Costa promete investir em acessibilidade para idosos

Candidato do PSD se reuniu com representantes da terceira idade    

     

O candidato Indio da Costa ( PSD) se encontrou com representantes da terceira idade em Copacabana, Zona Sul, nesta quarta-feira (28). Indio foi administrador do bairro na gestão do prefeito César Maia, na década de 90.

Indio disse que dará uma atenção especial para os aposentados e pensionistas da prefeitura. Ele também prometeu manter todos os programas municipais para a terceira idade que já existem. O candidato também prometeu aumentar os investimentos em acessibilidade.

“Que o idoso tenha tranquilidade para andar numa calçada sem buraco, que ele possa atravessar um sinal sem ter que sair correndo porque o sinal já vai abrir, quando ele vai entrar no ônibus, primeiro que os ônibus respeitem, pare para pegar o idoso, mas depois também  quando idoso entrar, não sai arrancando. Esse respeito, essa cultura eu quero levar para toda a cidade para cuidar da terceira idade”.

Na praça do Lido, ele ouviu queixas e sugestões dos eleitores. O candidato distribuiu panfletos e ouviu queixas e sugestões dos eleitores. Copacabana é o bairro da cidade com maior concentração de idosos por metro quadrado do país.

Fonte: G1 28/09/2016

O GLOBO: ‘Paes não é um grande cabo eleitoral’, diz Indio ao minimizar ascensão de Pedro Paulo

O GLOBO: ‘Paes não é um grande cabo eleitoral’, diz Indio ao minimizar ascensão de Pedro Paulo

“O eleitor que quer melhores serviços vai entender que sou um candidato seguro”          

RIO – O candidato do PSD à prefeitura do Rio, Indio da Costa, minimizou o crescimento do peemedebista Pedro Paulo nas últimas pesquisas divulgadas pelo Datafolha e Ibope. O candidato apoiado pelo prefeito Eduardo Paes apareceu numericamente na frente no grupo empatado em segundo lugar.

Em pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Datafolha, Pedro Paulo (PMDB) aparece com 11% das intenções de voto, seguido por Marcelo Freixo (PSOL), que tem 10%, enquanto que Indio da Costa tem 5%. Já segundo os dados do Ibope, o candidato do PSD aparece em terceiro, com 8% da fatia do eleitorado, apenas um ponto percentual atrás de Freixo e a três do Pedro Paulo.

– O índice de rejeição é alto. Se ele não tivesse agredido a mulher e a avaliação da prefeitura não fosse ruim, quem sabe tivesse chance. O Eduardo (Paes) não é um grande cabo eleitoral – declarou ele.

Para conquistar o eleitorado do peemedebista, Indio diz que deixará claro no debate na TV Globo, na próxima quinta-feira, que concluirá obras paradas por falta de recursos e fará a manutenção do que foi construído na gestão de Paes.

– O eleitor de classe média que quer melhores serviços vai entender que sou um candidato seguro – afirmou.

Nesta terça-feira, Indio distribuiu panfletos na Praça Saes Peña, na Tijuca, e conversou com moradores e comerciantes da região. O candidato do PSD aposta no boca a boca como estratégia para ganhar eleitores na reta final da eleição e tem usado um carro de som para se locomover pela cidade.

– O Pedro Paulo não pode andar na rua como eu, só em ambiente controlado – ironizou.

Fonte: O GLOBO 27/09/2016

Jornal do Brasil – Indio da Costa: A prefeitura apaga os incêndios, mas não os evita

Jornal do Brasil – Indio da Costa: A prefeitura apaga os incêndios, mas não os evita

Indio integra a coligação “Juntos pelo Carioca” (PSD/PSB/PMB) e tem como vice Hugo Leal (PSB)

Jornal do Brasil dá continuidade nesta terça-feira (27), com o candidato do PSD à Prefeitura do Rio de Janeiro, Indio da Costa, à série de entrevistas com pleiteantes ao cargo de prefeito ou prefeita da capital fluminense pelos próximos quatro anos. Saúde, educação, mobilidade urbana, segurança pública e legado dos Jogos Olímpicos de 2016 são os temas comentados por todos os candidatos.

Indio da Costa é formado em Direito, tem 45 anos, foi por duas vezes vereador do Rio e está em seu segundo mandato de deputado federal. Indio foi filiado ao PFL/DEM de 1995 a 2001. Entre 1999 a 2001, integrou os quadros do PTB. Em 2011, Indio filiou-se ao PSD, partido pelo qual disputa agora a Prefeitura do Rio. Entre 2013 e 2014, ele foi secretário municipal de Esporte e secretário estadual de Meio Ambiente. Indio integra a coligação “Juntos pelo Carioca” (PSD/PSB/PMB) e tem como vice o deputado federal Hugo Leal (PSB).

Confira a entrevista com o candidato Indio da Costa:

Jornal do Brasil – Há legado dos Jogos Olímpicos para a cidade? Se sim, que tipo de benefício eles podem trazer à população? Se não, quais foram as falhas na execução da Olimpíada e na forma como esses legados foram construídos?

Indio da Costa – Sem dúvidas há um legado, mas não recompensa o dinheiro investido. Criou-se novos pontos turísticos, fez-se o BRT, estendeu-se o metrô até a Barra, mas se esqueceu que a população residente, essa que fica na cidade após os eventos, precisa de hospitais com atendimento digno e rápido, de escolas que tenham estruturas e professores que levem, de fato, ao aprendizado. Nada se fez para dar solução a uma fila de 42.000 crianças sem creches. A política de segurança não deu nenhuma contribuição permanente e a cidade recebeu a oportunidade de sediar os jogos.

Jornal do Brasil – Muito embora se argumente que hospitais estaduais foram municipalizados e que houve investimentos, a população se queixa muito da saúde na cidade. De onde vem essa percepção da população, que é a real usuária do serviço?

Indio da Costa – A percepção é confirmada na realidade de um péssimo atendimento à população. A prefeitura apaga os incêndios, mas não os evita. Falta avaliação correta das causas de aumento da demanda por atendimento. A Prefeitura não trabalha com a saúde preventiva como deveria. Um bom exemplo é a epidemia recorrente de dengue, zika e outras. A prefeitura faz campanhas para conscientizar a população durante a ocorrência do problema. Depois esquece o assunto até que ele surja novamente. Um modo de trabalho inteligente seria ouvir a população e a partir das queixas e das sugestões agir pontualmente e resolver os gargalos. É a minha proposta.

Jornal do Brasil – Diante de históricas reivindicações de professores por melhores condições de trabalho e valorização da carreira, como o senhor pretende melhorar a educação pública na capital fluminense?

Indio da Costa – Primeiro mudando o foco da política de educação que hoje está em tudo, menos no aluno. Por isso, ele não aprende. Identificado o problema de aprendizado, passa-se a agir sobre as causas e não sobre as consequências. Um dos pontos fundamentais é o professor, porque não o substitui no aprendizado. É ele quem ensina. As melhores condições de trabalho e valorização da carreira com foco no aprendizado ganham outro sentido. Deixam o campo do corporativismo pelo ambiente de estímulo para que o aluno aprenda. Então, fica fácil estabelecer no plano de carreira os critérios de mérito.

Jornal do Brasil – As propostas de mobilidade urbana sofreram muitas críticas, desde a descaracterização até a extinção de linhas que ligavam a zona norte à zona sul da cidade, no caso dos ônibus. Como se resolve essa questão?

Indio da Costa – Ouvindo o usuário do sistema, como faz qualquer empresa privada, quando precisa lançar um novo produto ou serviço. O sistema ficou manco, porque está montado na linha o interesse das empresas operadoras. Por isso, acontece a situação de você ir de BRT da Barra a Campo mais rápido do que sair do Jardim Botânico para a Ilha do Governador.

Jornal do Brasil – Há uma polêmica muito grande em torno da regularização do Uber. Alguns candidatos dizem que vão extinguir o serviço, enquanto outros sinalizam para a taxação. Há, ainda, os conflitos de taxistas com motoristas do Uber. Como resolver essa questão sem demagogias?

Indio da Costa – O Uber existe porque a população comprou a ideia. É uma questão que o mercado resolveu. Há também a decisão judicial. O problema com os táxis é de concorrência, porque os taxistas estão sujeitos a uma série de burocracias e taxas, o que não acontece com o Uber. Então, é preciso estabelecer regras que permitam a convivência comum e uma concorrência sadia e não desleal. A prefeitura pode encontrar o ponto ideal. Não faz, porque trabalha com a lógica do voto. Como o número de taxistas é maior, bem maior, o que equivale dizer que há mais eleitores entre os taxistas do que entre os que operam o Uber, a prefeitura opta pelo discurso demagógico de proteger os táxis.

Jornal do Brasil – No primeiro debate de TV, houve divergências quanto à maneira da Prefeitura lidar com a questão da segurança pública. Ela é sobretudo de responsabilidade do Governo do Estado? Desmilitarizar, armar a Guarda Municipal ou há um meio termo para evoluir nesse tema?

Indio da Costa – Antes de apresentar uma proposta para a segurança pública, estudei amplamente o assunto. O meu partido, PSD, contratou o Centro de Liderança Pública, com a coordenação do especialista Leandro Piquet e construiu uma proposta, que envolve o treinamento e preparação da Guarda Municipal, mas também a utilização correta do sistema de informações e dados da prefeitura para auxiliar a investigação a cargo da Polícia Civil e do Ministério Público. O ponto central é: a segurança pública é também papel da prefeitura. Ela deve agir de modo preventivo com o policiamento ostensivo a cargo da GM e deve organizar o ambiente urbano. Será um braço importante no sistema de investigação. Um ponto em aberto, porque há especialistas que sugerem e há os que acreditam um risco, é a decisão de armar ou não a Guarda Municipal. Mas, o treinamento dará à Guarda as condições psicológicas de, se precisar, andar armada. 

Fonte: Jornal do Brasil 27/09/2016

G1: Indio da Costa participa de conversa sobre políticas para mulheres

G1: Indio da Costa participa de conversa sobre políticas para mulheres

Ele falou sobre propostas para acolher vítimas de violência. Reunião aconteceu em Laranjeiras          

O principal compromisso de hoje do candidato do PSD à prefeitura do Rio, Indio da Costa, foi em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Ele se reuniu com um grupo de mulheres de partidos que o apoiam, entre candidatas a vereador do PMB e PSB, além de simpatizantes.

A reunião foi na calçada, em frente ao prédio onde funcionam várias atividades sociais da prefeitura, inclusive o conselho tutelar. Índio da costa explicou para elas como é a  proposta de criar um abrigo 24 horas para mulheres.

Depois do encontro, Indio da Costa falou sobre o seu principal projeto, se for eleito, de defesa e proteção de mulheres vítimas da violência no Rio.

“A ideia é o seguinte: é ter um telefone, um trabalho com aplicativo celular e também telefone para a pessoa poder acessar a Prefeitura 24 horas. E a partir dali seja a Prefeitura indo na casa da pessoa, acompanhado com psicólogo, com guarda municipal feminina ou mesmo abrindo as portas para receber as pessoas. E aí depois encaminha a mulher para uma casa, um abrigo”, explicou.

Fonte: G1 27/09/2016

O GLOBO: ‘O Rio não elege extremos’, afirma Indio sobre adversários em segundo lugar

O GLOBO: ‘O Rio não elege extremos’, afirma Indio sobre adversários em segundo lugar

Para Indio, busca do eleitorado por candidaturas de centro o levará ao 2º turno        

RIO — O candidato a prefeito Indio da Costa (PSD) afirmou nesta segunda-feira que vai ao segundo turno porque, na sua avaliação, “o Rio não elege extremos”, em referência a adversários de “extrema” direita e esquerda, e por considerar que a candidatura de Pedro Paulo (PMDB) já está fora da disputa. Segundo levantamentos do Ibope e do Dafolha, Indio está tecnicamente empatado em segundo lugar com o peemedebista e outros três candidatos, Jandira Feghali (PCdoB), Marcelo Freixo (PSOL) e Flávio Bolsonaro (PSC).

— Vou para o segundo turno porque o Rio não elege extremos. O Bolsonaro foi para o debate de ontem mais à direita, com uma crise de identidade em relação ao pai. A esquerda está dividida — disse.

Cercado por mulheres ligadas ao PSD e PMB, Indio propôs em frente a um centro especializado de Assistência Social, no Flamengo, atendimento 24 horas para vítimas de violência doméstica em centros de encaminhamento da prefeitura. Segundo ele, a prefeitura só atende hoje de 9h às 17h. A ideia é articular o trabalho da guarda municipal feminina, das polícias militar e civil, assistentes socais e psicólogos para conduzir mulheres a abrigos especializados. Indio ressaltou que as mulheres farão parte do seu governo, inclusive em cargos de primeiro escalão.

— Ao longo da campanha, por conta da agressão de Pedro paulo (a ex-mulher), fui cobrado por grupos de mulheres. Também tive que sintetizar 600 páginas do plano de governo para enviar ao TSE — afirmou, ao explicar que a proposta foi incorporada após a conclusão do plano de governo.

PEDRO PAULO FORA DA DISPUTA

No debate promovido neste domingo pela Record, a principal estratégia de Indio foi enfatizar a denúncia contra Pedro Paulo de agressão à ex-mulher, Alessandra Marcondes. O peemedebista foi investigado em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e inocentado, posteriormente. Para o candidato do PSD, o caso somado à avaliação negativa da prefeitura o impedirá de crescer entre o eleitorado e chegar ao segundo turno.

Sobre a troca de acusações no debate deste domingo, em detrimento do detalhamento de propostas, Indio afirmou que os planos de governo aparecem com frequência em outros espaços.

— Todas as propostas dos candidatos estão nas propagandas de televisão, na imprensa, e na internet — disse, lembrando que seu site ficou fora do ar com o aumento expressivo de acessos na noite de domingo, durante o debate.

Fonte: O Globo 26/09/2016

 

G1: Indio da Costa promete ‘desburocratizar’ Prefeitura do Rio

G1: Indio da Costa promete ‘desburocratizar’ Prefeitura do Rio

Candidato foi entrevistado ao vivo pelo G1 e também comentou sobre saúde e ônibus          

O candidato Indio da Costa (PSD) afirmou neste sábado (24) em entrevista ao G1 que pretende “desburocratizar” a prefeitura caso seja eleito prefeito do Rio.

O candidato foi o último entrevistado de uma série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura do Rio, transmitidas ao vivo pelo G1nesta semana.

Costa afirmou que pretende criar sete macrofunções no governo, mas não disse se e quantas secretarias pretende cortar. “Eu vou desburocratizar”, disse. “O que a prefeitura faz hoje ela continuará fazendo com mais qualidade e menos custo”, afirmou. “Cada uma dessas secretarias que existem hoje tem uma quantidade enorme de cargos que pode integrar. Para que precisa ter tenta secretaria? ”

Sobre sua proposta para a população de rua, o candidato afirmou que é preciso uma política integrada. “O atual prefeito Eduardo Paes acabou com a fazenda modelo”, disse. O candidato também afirmou que não pretende proibir a esmola, mas é contra a exploração infantil.

O candidato defendeu a transparência do preço das passagens de ônibus. “Uma caixa preta, o Eduardo Paes aumentou essa caixa preta. Eu quero pegar essa planilha que calcula o cálculo dessas passagens e colocar no Diário Oficial”, disse. Segundo ele, o próprio usuário poderá opinar sobre a necessidade de determinadas linhas. “Não vou prometer diminuir, porque não sei. Tem que fazer conta antes. ”

Indio da Costa prometeu acabar com a dupla função do motorista de ônibus, colocando tecnologia. “Vai ter uma máquina e ali você vai resolver”, disse. Segundo ele, onde há cobradores, serão mantidos.

Sobre a questão da saúde, Costa afirmou que o atual modelo faliu e prometeu a implementação de um aplicativo para atendimentos. Questionado sobre se não está excluindo uma parte da população, que não tem acesso à internet, o candidato negou. “Eu não estou excluindo, estou sendo honesto”, disse. “Antes de prometer ficar construindo coisas, eu vou botar para funcionar o hospital que não funciona. ”

O candidato também atacou Romário, que chegou a cogitar uma candidatura à prefeitura, e disse que “não precisa desse tipo de apoio”. “Pega o período que o Romário ocupou a Secretaria de Esportes e Lazer no Rio e ver quantas amantes ele tinha lá dentro”, disse. “Eu não vou aparelhar a prefeitura. ”

Confira as perguntas e respostas do pinga-fogo:

É a favor da regulamentação do Uber?

Não, sou a favor da legalização.

Vai ajudar financeiramente escolas de samba?

Talvez.

É a favor da doação de empresas para candidatos?

Já fui mais.

Vai municipalizar mais hospitais estaduais?

Se passarem dinheiro, sim.

Vai alterar a política de cobrança do IPTU?

Vou.

Vai implantar rodízio de carros?

Não

É a favor do pedágio em vias urbanas?

Depende do preço. Se for absurdo, não. Se viabilizar uma linha nova, sim.

Vai repassar verba municipal para obras do metrô?

Se tiver dinheiro, sim.

É a favor do ensino religioso nas escolas públicas?

Não.

Vai expandir o VLT para outras regiões do rio?

Acho boa ideia.

Série de entrevistas

Todos os 11 candidatos serão entrevistados ao vivo no G1. No RJTV, os seis candidatos que aparecem com mais de 5% na última pesquisa Ibope serão entrevistados ao vivo. Os outros cinco candidatos terão a entrevista gravada e exibida no telejornal.

Um sorteio realizado na presença de representantes dos candidatos definiu a ordem das entrevistas.

Fonte: G1 24/09/2016

G1: Indio da Costa é entrevistado pelo RJTV

G1: Indio da Costa é entrevistado pelo RJTV

Candidato do PSD falou sobre sua atuação parlamentar                       

Indio da Costa foi questionado sobre a investigação que o Ministério Público conduz a respeito da suspeita de irregularidades ambientais em torno da construção de uma casa com custos próximos a R$ 8 milhões no Jardim Botânico, Zona Sul. Segundo o candidato, a empresa responsável pela construção terceirizou a parte da obra alvo do inquérito e já não mais participa da construção.

O candidato do PSD também teve de explicar por que falou em 36 das 134 sessões enquanto era deputado federal. “Em todos os momentos em que o Brasil precisou, eu tava lá”, afirmou, acrescentando que, quando foi relator da lei da Ficha Limpa, chegou a ficar três meses sem ir ao Congresso “viajando o Brasil para ter força e aprovar a lei”. “Em nenhum momento eu faltei a alguma sessão importante.”

Nesta segunda-feira (19), foi entrevistada a candidata Jandira Feghali (PCdoB). Na terça (20), foi a vez de Marcelo Freixo (PSOL). Na quarta-feira (21) o entrevistado foi Marcelo Crivella (PRB), na quinta-feira (22), Pedro Paulo (PMDB), e na sexta (23), Flávio Bolsonaro (PSC).

Íntegra da entrevista com Indio da Costa (PSD)

Mariana Gross: o senhor já foi secretário estadual do meio ambiente, no seu programa de governo, o senhor defende o seguinte: “é preciso estar atento a cada atitude e repensar a forma como se vive dentro deste ambiente”. Entre os seus bens declarados à Justiça Federal, à Justiça Eleitoral, está uma casa em construção, no valor aproximado de R$ 8 milhões, e por causa dessa construção o senhor está sendo investigado pelo Ministério Público por dano ambiental. O Ministério Público disse que houve intervenção irregular na propriedade e supressão de vegetação sem devida autorização dos órgãos competentes. O caso foi revelado pela revista “Veja”. Pergunto ao senhor: como pode um candidato que já foi secretário do meio ambiente dizer que é preciso estar atento a cada atitude e, ao mesmo tempo, ser acusado de desmatamento na sua própria casa?

Indio da Costa: Olha, Mariana, meu pai é arquiteto. E eu sempre, como todo brasileiro, sonhei com a casa própria. Eu tô construindo essa casa desde 2011, foi a compra do primeiro terreno. Uma determinada empresa foi contratada para fazer o levantamento topográfico e aí houve um problema na época, tanto que eu troquei a empresa, coloquei outra empresa. Diferente do que você tá dizendo, eu não estou sendo investigado pelo Ministério Público. Ao contrário…

Mariana: Está sim, candidato.

Indio: Não, não estou. Deixa eu te contar o que está acontecendo. O que tá acontecendo é o seguinte: eu fui ao Ministério Público e sugeri um TAC, uma proposta..

Mariana: Um termo de ajustamento de conduta

Indio: Primeiro, a empresa que foi contratada na época para fazer o levantamento topográfico, ela que foi responsável por uma terceirização que acabou desmatando o terreno, ela saiu e pagou multa. Ela reconhece que foi ela quem fez, não fui eu. Não fui eu que peguei uma serra e fui lá detonar nada. Segundo, o terceiro lote não estava nem comprado. São três lotes. Eu comprei por causa disso. O sujeito que estava vendendo o terreno não tinha nada a ver com a história. Enfim, tava vendendo o terreno, acabei comprando e tá lá a casa. Eu tô propondo ao Ministério Público fazer o que eu nunca vi na história do Rio de Janeiro e nenhum lugar do Brasil, inclusive, que é replantar dez vezes mais a área que eles estimam que foram retiradas as árvores. São 1.800 metros quadrados. Eu tô propondo 18 mil metros quadrados. Eles sugerem tecnicamente, não teve ainda a opinião do promotor, de fazer o replantio de 28 mil metros quadrados. Eu fiz um pedido a eles: que seja no Parque Nacional da Tijuca. Então, assim, eu tô rigorosamente dentro da lei. E não há um processo sobre isso. Há uma conversa, um TAC, e eu tô, só para concluir…

Mariana: Passando a responsabilidade, como o senhor disse agora, para a construtora. Agora…

Indio: A construtora…

Mariana: Não é o que diz o inquérito, candidato, me permita continuar aqui. São 623 páginas, a gente conversou com o promotor, tá lá no parecer técnico 371, de 2014 o Ministério Público afirmando que houve, mesmo depois da devastação feita pela construtora, novo desmatamento. Ou seja, mesmo depois de essa construtora ser multada.

Indio: Não houve desmatamento, não, Mariana. Desculpa.

Mariana: Depois de o senhor ter conhecimento da história, o ataque à natureza continuou. A sua versão não tá batendo com a do MP.

Indio: Desculpa, você pode ver a casa daqui. Você tá vendo aquele muro enorme lá? Foi obrigação da Geo-Rio, porque ali já teve…

Mariana: Nós temos as imagens de satélite, candidato.

Mariana: O senhor vem dizendo que é bom gestor, tem 25 anos de experiência, que tá pronto. Que sabe como fazer. Agora, pergunto ao senhor: ter um problema desse dentro da própria casa; isso é ser um bom gestor?

Indio: Mariana, deixa explicar o seguinte: eu sou um ser humano normal, eu pago meus impostos em dia, eu estou à disposição da Justiça. Em nenhum momento eu fugi de ninguém. Eu contratei uma construtora, houve um problema, eu troquei a construtora por conta desse problema, que não é quem construiu a casa, a prefeitura me exige fazer um muro, eu faço um muro, eu tô cumprindo com todas as obrigações, tá certo?

Mariana: O senhor está lidando dentro da sua própria casa com uma empresa. Se o senhor for eleito prefeito, vai lidar com centenas, milhares de empresas. Pergunto ao senhor: o senhor também vai agir assim? Transferir a responsabilidade? Isso é ser um bom gestor?

Indio: Eu tô transferindo a responsabilidade ou eu tô dizendo que, embora do ponto de vista prático, não fui eu quem fiz e eu tô querendo pagar o replantio aqui no Parque Nacional?

Mariana: Candidato, o senhor é presidente estadual do seu partido. E olha a lista de escândalos envolvendo o seu partido. Mangaratiba, o ex-prefeito foi preso, foi condenado a 52 anos de prisão por formação de quadrilha, fraude em licitação, falsificação de documentos e coação de testemunhas. Desviou mais de R$ 10 milhões dos cofres públicos. Agora, outra prefeitura na atividade, também do seu partido, o ex-prefeito teve o mandato cassado por abuso de poder econômico e gastos ilícitos na campanha. Pergunto ao senhor: não é escândalo demais para um partido que existe só há cinco anos?

Indio: Mariana, partido é cartório, é o que te viabiliza de ser ou não ser candidato. No meu partido tinham 13 deputados com mandato antes de eu ser candidato a prefeito. E muita gente achou que eu não fosse conseguir ser candidato. Como eu era o presidente do partido, e eu tinha maioria do partido, então por isso eu consegui viabilizar. O PMDB pressionou tanto que saíram do meu partido 12 deputados. 12. Na verdade, contando com dois suplentes, eram 15. Somos, hoje, três. Dois estaduais, um suplente e o outro efetivo, e eu que sou deputado federal. Então veja só, partido é uma coisa assim, você imagina, são 30 e tantos no Brasil, são pessoas diferentes com visões diferentes e eu não compactuo com nada disso. Ao contrário. Por causa da minha lei, que eu briguei muito para aprovar, que é a Lei da Ficha Limpa, a gente conseguiu fazer com que essas pessoas não voltassem mais para a política.

Mariana: Falando em lei, o senhor é autor de um projeto de lei que propõe a criação de um teste de integridade dos agentes públicos. Pergunto ao senhor: por que, então, não está sendo capaz de avaliar a integridade dos políticos do partido que o senhor preside?

Indio: Olha, eu queria falar sobre isso. Eu não sou autor desse projeto, eu apresentei ele. Esse projeto é do Ministério Público Federal, é uma das dez medidas contra a corrupção. No ano passado, eu apresentei vários, são 19 projetos contra a corrupção e um projeto de emenda constitucional. Esses projetos são muito importantes, só falar rapidamente sobre eles porque eu soube que o presidente Eduardo Cunha, que era o presidente da Câmara na época, ele podia aceitar uma só, houve uma mobilização popular enorme no brasil, 1,5 milhão de assinaturas para aprovar essas medidas contra a corrupção. E a informação que eu tive é que ele ia jogar fora, no lixo, 19 e só ia ficar com um. Por isso fui autor desses projetos todos, inclusive da PEC, apresentei, colhi assinaturas em dezembro do ano passado. É o que eu estava dizendo aqui para a Ana, quer dizer, estar presente no plenário ou não, não quer dizer que você vai melhorar o Brasil. Você melhora o Brasil na produção do seu mandato.

Mariana: Candidato, falando em projeto de lei, como vereador o senhor foi autor de um projeto de lei que proibia a esmola no Rio. Proposta sua: multar quem desse dinheiro para quem estivesse pedindo esmola. O senhor justificou a importância desse projeto dizendo que as pessoas eram molestadas por pedidos insistentes, que os pedintes se entregavam a esse vício e faziam desse ato a sua profissão. Candidato, pedir esmola é vício?

Indio: Olha, quando eu entrei no metrô em Nova York, eu li assim: “É proibido dar esmola”. Aí eu fui lá na administração do metrô para entender o que era aquilo. E eles me explicara. Era a mesma coisa que aconteceu no Rio de Janeiro, acontecia no metrô lá. Pessoas mais velhas explorando as crianças para pedir esmola. Na Praça da Paz, tinha uma senhora, ela explorava 32 crianças. E foi por causa dessa senhora. Só para concluir, depois eu fui administrar Copacabana e eu descobri ONGs que recebiam dinheiro da Alemanha, da França, dos Estados Unidos e, quando eu consegui resolver a vida e tirar as crianças das ruas, as ONGs quebraram. E eu fui recebido, quer dizer, eu recebi lá no gabinete da administração em Copacabana e era a seguinte reclamação: “Como que a ONG vai sobreviver se as crianças não estão mais na rua?”.

Mariana: Em entrevista ao jornal “O Dia”, candidato, o senhor disse que esse projeto de lei foi um “factoide”. E eu pergunto ao senhor, não é uma irresponsabilidade assim só para chamar a atenção e dizer que essas pessoas em situação tão vulnerável, nas ruas, são viciadas? É um factoide, candidato?

Indio: Mariana, eu apresentaria projetos que resolvessem essa situação quaisquer que fossem. Eu estou dizendo que a exploração infantil na Praça da Paz acabou, que em Copacabana acabou, em vários lugares acabou esse tipo de exploração por conta de um movimento que foi feito na época e que, para chamar a atenção do movimento, eu apresentei um projeto e fui para as televisões debater e hoje qual é o resultado disso? Você não vê pessoas. Eu não sou contra dar esmola para ninguém, só para deixar claro. Mas explorar uma criança para ela tomar dinheiro de alguém e entregar para uma senhora, que para, sem ajudar essa criança em nada, inclusive, pegar esse dinheiro e enriquecer. Essa senhora da Praça da Paz, Mariana, ela tinha um apartamento.

Mariana: Mas o senhor disse que é um vício, o senhor chamou de vício. Estava na sua proposta, candidato.

Indio: Mariana, há quase 20 anos atrás, em 1997, quando eu fui vereador com 25 anos de idade, alguém me ajudou a fazer a justificativa. E o que me interessava era entrar no tema e eu consegui acabar com a exploração infantil e muitos lugares do Rio de Janeiro.

Fonte: G1 24/09/2016

Entrevista Veja: “O Rio não vai eleger um covarde”, diz Indio

Entrevista Veja: “O Rio não vai eleger um covarde”, diz Indio

Indio dispara críticas a Pedro Paulo Carvalho e não poupa Marcelo Crivella          

Em seu segundo mandato como deputado federal, Indio da Costa (PSD) demonstra segurança de que vai ser ele o ocupante da cadeira de prefeito do Rio de Janeiro. Isso mesmo diante dos atuais 6% de intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha. Às vésperas do pleito, a estratégia é entrar no ringue para tentar vaga no segundo turno. Em entrevista a VEJA, Indio disparou para todos os lados: classificou o prefeito Eduardo Paes de “coronel”, chamou o candidato Pedro Paulo Carvalho de “covarde” e disse que Crivella “faz parte de um projeto nacional de poder da igreja Universal”. Abaixo, os principais trechos da entrevista.

O senhor foi secretário de Esportes do governo Eduardo Paes em 2013. Por que saiu? Idealizei um projeto para ex-atletas inspirarem alunos de favelas a exercer uma atividade esportiva. Mas o Eduardo Paes nunca o tirou do papel por uma razão que não engoli. Me disse: “Não vou botar azeitona na empada do Beltrame (secretário estadual de segurança). Ele pode ser candidato a governador em 2018 e não vou fortalecê-lo”. Pedi para ser exonerado.

De lá para cá houve alguma tentativa de reaproximação? Quando fui eleito deputado federal em 2014, o Eduardo pediu que eu encontrasse o Pedro Paulo. Fui e fiquei horrorizado.

Por quê? Prefiro não entrar no detalhe.

Ficaram sequelas do rompimento com o prefeito? Da minha parte não. O Eduardo é um coronel. Ele não respeita as pessoas.

Pedro Paulo está embolado com o senhor e outros na vice-liderança das pesquisas. A máquina do governo não pode fazer a diferença na reta final? Não acredito que o Rio vai eleger um covarde que bate em mulher para prefeito do Rio. Sei de candidatos a vereador do próprio PMDB que rasga o panfleto para tirar a foto do Pedro Paulo.

Por que não fez aliança com o candidato do PSDB, Carlos Osório, que tem afinidade ideológica com o senhor? Encomendei uma pesquisa que mostrava que comigo de vice o Osório teria potencial de alcançar 6% como o cabeça da chapa, enquanto eu, 20%. Mas ele me disse que não estava preparado para ser vice. Eu respeitei.

Qual será sua estratégia para vencer Marcelo Crivella em um eventual segundo turno? Eu vou ganhar a prefeitura, não tenho nenhuma dúvida. A Igreja Universal, à qual ele pertence, tem um projeto nacional de poder insano e exclusivista.

Circulou na internet um vídeo em que pessoas da Rocinha diziam que haviam recebido dinheiro para fazer campanha para o senhor durante uma de suas visitas à favela. Procede? Não conheço nenhuma daquelas pessoas. Elas são ligadas ao narcotráfico.

No passado, o senhor defendeu a aplicação de multa para quem desse esmola para moradores de rua. Ainda é a favor da medida? O que eu queria era discutir a questão da exploração infantil e a única maneira que via era cortando o fluxo financeiro. Hoje não defendo mais isso.

O senhor aprovou a Olimpíada carioca? Foi um evento excepcional, mas o Eduardo apostou nas Olimpíadas, e não nos cariocas.

Por que afirma isso? A gestão Paes foi péssima na questão social, mas um sucesso na intervenção urbana, sobretudo na recuperação do Porto Maravilha. Por isso, vai entrar para a história. Mas eu também teria estruturado a Guarda Municipal e incluído em creches as 42 000 crianças que continuam sem vaga.

Mas a cidade quintuplicou sua capacidade no transporte público. Os BRTs são um puxadinho. Pelo preço que custou o metrô, poderia ter ido muito além da Barra da Tijuca.

Metrô não é atribuição do governo do Estado? Vamos combinar que Estado e prefeitura do Rio são um só. Foi o sistema chamado PMDB que colocou o Eduardo na prefeitura do Rio. Ele mesmo ficou assustadíssimo quando descobriu quanto tinha custado sua campanha, coordenada pelo Wilson Carlos (ex-secretário de Governo de Sérgio Cabral). O Wilson falou assim para o Eduardo: “Eu te disse que sei fazer bem feito, mas não falei que era barato.”

Fonte: Veja 23/09/2016

 

Indio investirá em moradia e aposta em gestão participativa

Indio investirá em moradia e aposta em gestão participativa

Confiante em um 2º turno, Índio afirma que olhará pelos cariocas          

Com mais de 25 anos de vida política, Indio da Costa é o candidato do Partido Social Democrático (PSD) às eleições que escolherão o próximo prefeito da cidade do Rio de Janeiro.

Em seu segundo mandato como deputado federal, Índio já foi vereador três vezes e administrou a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer do Rio e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Na Câmara dos Deputados, foi um dos relatores do Projeto de Lei Ficha Limpa. Além disso, em 2010, concorreu à vice-presidência do Brasil na chapa de José Serra.

Carioca, Índio tem 45 anos, é formado em direito e pertence a uma família premiada de arquitetos. Em entrevista ao Portal da Band, apresentou propostas e apontou grandes desafios que o próximo prefeito encontrará na gestão municipal. Índio garantiu que está pronto para governar e acredita que estará no segundo turno para decidir o resultado nas urnas.

Participação com tecnologia

A tecnologia fez com que grande parte dos candidatos apresentassem propostas de interação com eleitores por meio de aplicativos e plataformas digitais. Índio contou que aposta nessa ideia e que vai oferecer à sociedade uma participação ativa.

“Esse governo participativo que a esquerda tanto preconizou, agora sairá do papel de maneira verdadeiramente interativa. Não será apenas um nicho ou um grupo de pessoas formado por determinados partidos que apontarão questões ligadas à cidade. Será o governo do carioca para o carioca. Vamos trabalhar juntos”, frisou.

Índio explicou que uma das propostas para a futura ferramenta é permitir que questões sociais sejam avaliadas no momento do atendimento.

“Imagina você em uma escola ou em um hospital. Se depois do atendimento você achar necessário apontar uma reclamação ou sugestão, poderá fazer pelo smartphone”, disse.

Regulamentação de trabalho

Uma das metas do plano de governo do candidato é regulamentar os trabalhos ilegais em diversos setores e investir na criação de novos empregos para a população. Entretanto, afirmou que, para isso, precisará criar um projeto integrado, envolvendo várias questões socioeconômicas.

“Vamos dar qualificação profissional, legalizando onde for possível essas atividades sem regulamentação. Uma das macrofunções que quero trabalhar é o desenvolvimento social e econômico. Pensaremos como a pessoa vai melhorar de vida e conseguir ter renda para pagar as contas”, explicou.

Índio contou que olhará também pelos corredores comerciais populares da cidade, como Mercadão de Madureira e Saara.

“Muitas questões precisam ser revistas nesses lugares, e o prefeito deve agir para melhorar essas regiões. Por exemplo, precisamos garantir a segurança, reforçar a iluminação e pensar na acessibilidade desses locais. Recentemente estive no Saara, no Centro. Se algum cadeirante quiser ir a uma loja, não conseguirá entrar. Precisamos repensar como garantir esse acesso para todos”, disse.

Terceira Idade

Segundo o próprio candidato, grande parte de seus eleitores são do grupo da terceira idade. Ele atribui esse apreço aos projetos que elaborou em favor dos aposentados, principalmente quando começou seu trabalho político no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio.

“É uma parte da população que olho com muito carinho. Quero oferecer oportunidades e atividades que permitam que essas pessoas saiam da ociosidade. Os idosos têm muito conhecimento e podem contribuir com suas experiências”, afirmou.

Se eleito, Índio garantiu que vai acabar com os descontos que a atual prefeitura faz no benefício dos aposentados e vai rever a possibilidade de reduzir o IPTU nos imóveis daqueles que tenham dificuldades financeiras.

“Precisamos respeitar a necessidade dessas pessoas que precisam comprar remédio, que muitas vezes necessitam contratar um serviço de acompanhamento. Há muito que fazer pelos nossos idosos”.

“Esporte me afastou da atual prefeitura”

Ao ser questionado de quais seriam seus projetos para incentivar o esporte no município, Índio confessou que divergências na época em que foi secretário da pasta o levaram a pedir afastamento.

“Em 2013, tentei levar para dentro das comunidades um programa chamado ‘Virando o Jogo’, que promovia o esporte nessas áreas. No entanto, Eduardo Paes se negou por achar que beneficiaria o Beltrame e o projeto das UPPs. Não quis participar de um governo que em vez de priorizar quem está precisando, visava o jogo político eleitoral”, desabafou.

Para reverter o jogo e conseguir concretizar seus projetos, Índio disse que usará o esporte como motivação para dentro da sala de aula, “ensinando a ganhar e perder, a ter adversários, e não inimigos”. Umas das propostas é promover atividades para estudantes da rede municipal depois das aulas, cumprindo assim a promessa de tê-los mais tempo nas escolas.

Potencializando investimentos

Para tentar rever a precariedade de moradias, principalmente nas comunidades carentes do município, Índio da Costa pretende dar títulos de propriedade para os moradores que já estão alocados nesses lugares.

“Se você legaliza, a cada R$ 1 que a prefeitura coloca, eles investem muitos outros reais. Quando o morador tem a propriedade e a legalização do RGI (Registro Geral de Imóveis), coloca o dinheiro dele também na segurança de lutar para construir o que é seu”, pontuou.

Gestão da simplicidade

Índio destacou dois pontos que acredita que vão impactar mais diretamente a vida dos fluminenses durante sua gestão. Para ele, a valorização do carioca e a criação de uma nova matriz econômica serão os norteadores de seu governo.

“Vou fazer um governo simples, que zele pelas pessoas e valorize o carioca. Cuidarei do funcionamento de todos os serviços. O diferencial será ter o povo contribuindo e avaliando as mudanças”, resumiu.

Fonte: Portal Band 22/09/2016

‘Tenho mais chances de crescer’, diz Indio sobre Datafolha

‘Tenho mais chances de crescer’, diz Indio sobre Datafolha

Indio aposta no tom ‘moderado’ e baixa rejeição para ir ao segundo turno          

RIO — Tecnicamente empatado em segundo lugar com outros quatro candidatos a prefeito, de acordo com o Datafolha, Indio da Costa (PSD) afirmou nesta quinta-feira que tem mais chances de chegar ao segundo turno com Marcelo Crivella (PRB) que seus adversários por se considerar moderado em relação a candidatos de “extrema esquerda e direita” e por não ter alta rejeição. O candidato do PSD manteve 6% de intenções de voto, de acordo com a pesquisa.

— A Jandira (Feghali) e o (Marcelo) Freixo são de extrema esquerda, o (Flávio) Bolsonaro de extrema direita e o Pedro Paulo tem rejeição lá em cima. Tenho mais chances de crescer.

Indio também aposta no fato de ser menos conhecido que os concorrentes que disputam o segundo lugar. De acordo com o Datafolha, sua rejeição é de 13%. Pedro Paulo lidera o índice rejeição com, 32%. Depois, estão Flávio Bolsonaro, com 27% e Jandira Feghali, com 23%. Crivella tem 21%, enquanto Freixo soma 15%.

Durante uma sabatina realizada pelo Sindicato de Médicos do Rio na noite desta quinta-feira, antes de ter acesso ao levantamento do Datafolha, Indio voltou a defender que é o único candidato com chance de ganhar de Marcelo Crivella (PRB) no segundo turno.

— Se vocês querem que o Crivella ganhe, vote nos demais candidatos.

O Datafolha indica, no entanto, que, em um cenário de segundo turno, Crivella venceria Indio com 52% dos votos, contra 26%. O desempenho do candidato do PSD é o segundo melhor. Em um eventual segundo turno, Jandira Feghali conseguiria mais votos, mas também perderia para o candidato do PRB.