A transição e as promessas de Crivella

A transição e as promessas de Crivella

Os cariocas podem ficar tranquilos quanto ao cumprimento de todas as promessas            

A reportagem publicada hoje pelo jornal O Globo com a manchete: “Cidade em Transição – Promessas de R$ 8,6 bilhões” simula os custos das promessas feitas e assinadas por Crivella durante campanha eleitoral. Segundo o texto, do repórter Luiz Ernesto Magalhães, o impacto no orçamento até 2020 seria algo de R$ 8,6 bilhões relativos a 20 projetos, incluindo obras, equipamentos e investimentos em infraestrutura por toda a cidade.

São números frios que não consideram uma questão básica: a possibilidade de uma gestão austera e eficiente capaz de cumprir as promessas por bem menos.

Participei hoje da primeira reunião de trabalho da transição. Dois objetivos estão estabelecidos previamente pelo Prefeito eleito:

  1. Economizar com a obrigação de buscar o reequilíbrio das contas da prefeitura, para evitar que a Prefeitura do Rio passe pelas mesmas dificuldades que o Governo do Estado enfrenta no momento.
  1. Cumprir todos os compromissos que o prefeito eleito assumiu com o povo. Fazer com que a prefeitura trabalhe efetivamente para o povo.

Os cariocas podem ficar tranquilos quanto ao cumprimento de todas as promessas. Repito o que disse o prefeito eleito Marcelo Crivella: vamos cumprir com muito trabalho, criatividade e inteligência.

Foto: Divulgação

One comment

  • Jose Nacif Saber

    By Jose Nacif Saber

    Reply

    Parabéns Indio pela novas e não tão fáceis atribuições para estes dias turbulentos. Porém tenho certeza que conseguirá. Vai aí algumas sugestões, sendo algumas obvias para o seu trabalho. Trabalhei anos como auditor externo e interno na área privada e na área estadual do RJ desde 2012 até Set/2016.
    1) Com o Relatório do TCM das últimas auditorias passe a exercer com um grupo formado por vc uma varredura na ocorrências levantadas. Grupo este formado por um auditor do TCM, 1ou 2 da Casa Civil de sua confiança, 1 ou 2 da Secretária envolvida, não ligada a licitações, contratos, etc. e mais alguém da procuradoria.
    Exemplos de empresas sujeitas a má fé na utilização de dinheiro público: empreiteiras, Org. Sociais (Os), prestadoras de serviços( aluguéis de carros, motoristas, alimentação, limpeza, etc). ongs e oscip.
    2) Acredito que não se deva parar os serviços e obras de empresas que já estão lá, e sim cortando homeopaticamente toda gordura indevida. A gritadeira dos usuários pode soar negativamente.
    3) Estive na SEA/INEA e vi castas e igrejas bem construídas e que não dão margem que ninguém entre nos processos. Não conheço no municipio do rio de janeiro, mas deve existir. Tem que se acabar com elas com jeitinho politico(comendo pelas beradas), se não o item 1 não será alcançado.

    Tem mais!
    Depois eu envio!
    Um forte abraço,

    José Nacif

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