?Luz no fim do túnel

?Luz no fim do túnel

300 chefes de família terão a oportunidade de montar o seu próprio negócio            

Uma ótima notícia foi publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo. É provável que o governo ofereça, em breve, crédito especial aos mutuários do programa Minha Casa Minha Vida. A ideia é transformar os beneficiários mais pobres em microempreendedores individuais. Trata-se de um verdadeiro gol de placa! O país vive tempos sombrios de desemprego elevado e está afundado numa recessão sem precedentes. A iniciativa traria de volta a esperança de milhares de pais de família.

A parceria entre a Caixa Econômica Federal e o Sebrae será simples: o banco indicará a atividade das pessoas enquadradas no perfil e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas desenvolverá o lado empreendedor do mutuário. Segundo a reportagem, os financiamentos podem ser voltados não apenas para investimentos, mas poderão ser usados também para capital de giro desses pequenos negócios informais.

Governo e trabalhador sairão ganhando. Para participar do processo, o beneficiário terá de ter o financiamento em dia do seu imóvel. Consequentemente, os índices de inadimplência do programa devem diminuir. A principal discussão na equipe econômica é sobre qual será a taxa de juros e outros parâmetros dos empréstimos. Hoje, o programa de microcrédito produtivo da Caixa chega a R$ 15 mil. O empréstimo depende de análise.

A discussão, porém, é mais profunda. A possibilidade de um trabalhador sair de mercado informal é real. Aquecer a economia é fundamental. É necessário que a onda de desemprego perca força. O brasileiro não aguenta mais ficar com a corda no pescoço e qualquer incentivo deste porte, claro, é bem-vindo. Precisamos incentivar o empreendedorismo!

Nas próximas semanas, o prefeito Marcelo Crivella e eu vamos entregar 300 imóveis do Minha Casa Minha Vida, em Santa Cruz, na Zona Oeste. Será a primeira entrega de moradias da nova gestão da Secretaria municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação. Imagine, então, 300 chefes de família tendo a oportunidade de montar o seu próprio negócio? Sem contar com a possibilidade de fomentar a economia numa regão tão pobre…

Crédito imagem: Márcio Alves/ O Globo

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