Dia das Mães

Dia das Mães

É dia de homenagear quem sempre cuida da gente. Aquela que nos enxerga como crianças, não importa a idade. Que dá as merecidas broncas, e se preocupa se estamos nos alimentando direito, se levamos o casaco “porque vai esfriar”, se vamos chegar tarde em casa. Que sofre mais do que ninguém com as nossas dores, e que vibra orgulhosa na mesma proporção com as vitórias. Hoje é dia de parabenizar a todas as mães.

O Dia das Mães é também o momento de refletir sobre o papel delas na sociedade. As mães são efetivamente as maiores vítimas da situação crítica do país, sobretudo no Estado do Rio de Janeiro. Quando uma criança ou um policial morre por conta de uma bala perdida, são elas que mais sofrem. São as mais afetadas pela falta de emprego, e com a precariedade dos sistemas de educação e saúde.

Mas este cenário caótico não é definitivo. Há sim chance de recuperação. E a saída passa justamente pela figura materna. Ninguém tem melhor a capacidade de transmitir os valores da honestidade, da importância do trabalho, de não querer ficar rico a qualquer preço e de não perder a esperança em relação ao futuro. É o que falta hoje na sociedade brasileira. Estamos nitidamente vivendo numa era de inversão de valores.

A mulher tem um papel fundamental na sociedade, cada vez mais importante, sobretudo quando exerce a função de mãe. O IBGE revelou recentemente que em 40,5% dos domicílios brasileiros as mulheres são a pessoa de referência, a chefe da família, quem sustenta a casa. Com este quadro, é preciso que elas tenham melhores condições para criar os filhos. E é aí que entra o papel da prefeitura, oferecendo creches e educação de qualidade.

Creches e escolas não podem ser meros depósitos de crianças, mas elementos auxiliares importantes na educação dos filhos.

Não à toa, os títulos de posse e de propriedade que nós entregamos geralmente vêm no nome da mulher. Isso porque na maioria dos casos é ela que cuida dos filhos, fica mais em casa, se preocupa mais com o bem-estar da comunidade, do entorno. É claro que não são todos os casos, pois se respeita também o histórico da ocupação e a questão de documentação. Mas, de modo geral, dar a documentação à mulher é garantia de que o benefício será repassado para os filhos.

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