Indio da Costa vistoria Hospital Salgado Filho

Indio da Costa vistoria Hospital Salgado Filho

Após denúncias sobre os problemas no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte do Rio, o deputado federal Indio da Costa (PSD) fez uma visita na última terça-feira nas instalações da unidade hospitalar.

Eu vim aqui conhecer de perto a situação e os problemas do Salgado Filho. O fato é que os hospitais da região da Zona Norte não estão atendendo e ainda encaminhando pacientes para atendimento no Salgado Filho – afirma.

Hospital Municipal Salgado Filho: paciente aguarda atendimento em pleno corredor
Hospital Municipal Salgado Filho: paciente aguarda atendimento em pleno corredor

Ainda segundo ele, atualmente o hospital que está preparado para atender pacientes baleados ou com algum trauma também tem que atender a emergência clínica. Indio da Costa explica que a ideia é separar e complementar esse serviço para atender a população dessa região.

Superlotação, demora no atendimento de pacientes e a falta de infraestrutura de medicamentos e de equipe são alguns problemas rotineiros no hospital, segundo o relatório do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj).

As mesmas cenas se repetem no dia a dia da unidade do Méier. Quem sofre com o descaso na saúde é a população. Um dos exemplos é o da cuidadora de idosos Valéria Passos, de 50 anos, que esperou mais de três horas para ser atendida.

Eu rodei várias unidades de saúde e parei aqui. É um absurdo esse jogo de empurra-empurra para um simples entorse na mão e ainda terei que esperar mais algumas horas para colocar gesso – relata.

Outra paciente, que pediu para não ser identificada, conta que não tinha médico otorrino para consulta.

Fiquei esperando durante horas e quando chamada me avisaram que não tinha especialista na área, não é a primeira vez que isso acontece no hospital. É uma desorganização – desabafa.

Além disso, profissionais de saúde do hospital relataram ainda a falta de condições adequadas de trabalho, a qual estão submetidos, o que compromete a qualidade de atendimento e, que, por consequência, põe em risco a vida dos pacientes. A denúncia de um agente de saúde, que não revelou sua identidade, entre os maiores problemas estão o da superlotação, e a falta de infraestrutura de medicamentos e de equipe para realizar o atendimento.

Gestão na saúde

Os problemas na saúde do Rio estão relacionados ao atual modelo de gestão, avalia Indio da Costa (PSD).

Deputado Indio da Costa recebeu denúncia de superlotação no Hospital Salgado Filho
Deputado Indio da Costa recebeu denúncia de superlotação no Hospital Salgado Filho

Segundo ele, a saúde precisa ser olhada sob dois aspectos: o caráter preventivo, voltada para questões como saneamento básico, vacinas e orientação, e a curativa com foco para a qualidade dos hospitais e postos de atendimento.

O modelo aplicado atualmente se esvaziou. É preciso gestão no atendimento voltado a saúde e precisa ser olhada sob dois aspectos, o caráter preventivo, voltada para vacinação, orientação e ainda o curativo, com foco para a qualidade dos hospitais e pontos de atendimento. — explica Indio da Costa.

Guarda Municipal é polícia, sim, senhor.

Guarda Municipal é polícia, sim, senhor.

A polícia no modelo tradicional perdeu a capacidade de proteger a população. Por vários motivos, um deles o olhar míope, que tira das prefeituras a responsabilidade de, pelo menos, ajudarem a resolver o problema com a participação direta e eficaz das Guardas Municipais.

Indio da Costa defendeu aplicação da Lei 13.022 em encontro com a Frente Manifestante da GM do Rio.
Indio defendeu aplicação da Lei 13.022 em encontro com a Frente Manifestante da Guarda Municipal do Rio.

Chamou a minha atenção de pronto, pelo título, “Guarda Municipal não é polícia”, o artigo do Procurador Marrey, porque tenho dedicado boa parte do meu tempo aos estudos da segurança pública, concentrado no papel, que cabe às prefeituras neste contexto. A Guarda Municipal é o braço do modelo, principalmente, após a Lei 13.022 de 2014.

O artigo é evocação da “velha ordem”, para oxigenar um modelo que, sem dúvida, está dissolvido como alternativa de combate ao crime e a violência.

É preciso refazer o sistema e com urgência. Se há mesmo entraves legal à revisão, então, que, imediatamente, se providencie as mudanças, porque ele faz vítimas todas as horas do dia e em todos os lugares das cidades.
Por conhecer as dificuldades imensas pelas quais passam as polícias tradicionais, dou outro sentido ao título do artigo do Procurador Marrey. Que bom que “Guarda Municipal não é polícia”. Mas, por saber o quanto a sociedade brasileira precisa de uma polícia eficaz, uma polícia que aja em defesa da cidadania, digo que é uma pena que a Guarda Municipal ainda não seja essa polícia. Precisa ser, porque o custo delas, a sociedade já absorve.

Na minha cidade, Rio de Janeiro, a Guarda Municipal custa aos contribuintes algo em torno de R$ 500 milhões/ano e é reconhecida pela população como peso morto, porque o Prefeito Eduardo Paes foge da responsabilidade de cuidar da segurança como o diabo foge da cruz.  Ele não permite que o contingente de guardas municipais cumpra qualquer outra função a não ser posicionar-se nas esquinas das ruas, sem competência atribuída para qualquer atividade de prevenção. A posição do prefeito desrespeita a população, os profissionais da Guarda e faz pouco do dinheiro do contribuinte.

A Guarda precisa ser treinada, equipada e reorganizada. Assim, poderá assumir o papel na segurança preventiva e preservar vidas.
A Guarda precisa ser treinada, equipada e reorganizada. Assim, poderá assumir o papel na segurança preventiva e preservar vidas.

O modelo está exaurido e não há como nem razão para tentar restaurá-lo. É preciso aproveitar as inovações, caso da Lei 13.022/2014, para seguir em frente e reformar por completo o sistema.

O Procurador Marrey está certo. Certíssimo, quando diz que não se pode aceitar em nome da necessidade de segurança pública, o abuso e a ilegalidade. Também quando diz que “a lei autoriza o uso da força de maneira legítima e estrita”. E, novamente, quando afirma que “o Estado de Direito deve valer para todos, exigindo que a violência e a ilegalidade sejam coibidas e punidas, venham elas de criminosos comuns ou de agentes públicos”.

Acontece que também não se pode aceitar que predomine a insegurança, a perda de vidas, a violência e todo tipo de ilegalidade cometido pelos criminosos, que agem com o beneplácito de um sistema carcomido e imprestável, porque há dogmas que impedem a reforma e existe a força do judiciário para barrar o efetividade das mudanças, que já conquistamos. A sociedade precisa, mais do que nunca, que a Guarda Municipal seja, sim, uma polícia treinada, equipada e preparada para, nas ruas, garantir o direito de ir e vir de todos, exceto dos que às ruas vão para cometer crimes e violência contra as pessoas de bem. Para o Rio de Janeiro a mudança é caso de vida ou morte.

Referência para Olimpíada, Salgado Filho sofre com problemas

Referência para Olimpíada, Salgado Filho sofre com problemas

Falta de medicamentos e de equipamentos, pacientes atendidos em macas espalhadas pelos corredores devido à superlotação e remédios vencidos no estoque.
Esta é a realidade do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte do Rio, considerado referência para o atendimento de cariocas e turistas durante os Jogos Olímpicos deste ano.
Hospital Municipal Salgado Filho: paciente aguarda atendimento em pleno corredor
Hospital Municipal Salgado Filho: paciente aguarda atendimento em pleno corredor

Segundo o relatório realizado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) após uma vistoria na unidade, a sala de observação vermelha, que recebe os internos mais graves, havia superlotação. Com apenas quatro leitos, o local estava com 10 pessoas internadas. Na sala amarela, o problema é o mesmo. O setor, com capacidade de sete leitos para homens e de oito para mulheres, estava com 25 e 22 pacientes, respectivamente.

Além disso, profissionais de saúde da unidade hospitalar relataram ainda a falta de condições adequadas de trabalho, a qual estão submetidos, o que compromete a qualidade de atendimento e, que, por consequência, põe em risco a vida dos pacientes. De acordo com um agente de saúde, que pediu para não ser identificado, entre os maiores problemas estão o da superlotação e a falta de infraestrutura de medicamentos e de equipe para realizar o atendimento. Há casos como a de uma paciente que está desde 8 de julho no centro cirúrgico para realizar o pós-operatório.

— Hoje, o centro cirúrgico funciona como CTI, sem condições para um atendimento digno. A situação vem se agravando, o que compromete a assistência aos pacientes — relata o profissional.

Os fiscais também encontraram frascos de remédios fora da validade, deficiência na quantidade de insumos estocados, além da falta de um tanque para higienização de ferimentos e ainda falhas no setor de emergência pediátrica. O texto apresentado pela vistoria conclui que o Salgado Filho possui sérias deficiências.

— Diante do exposto, conclui-se que as atuais condições de funcionamento do setor de emergência do Hospital Municipal Salgado Filho podem comprometer a qualidade da assistência médica prestada à população  — diz o documento.

Se por um lado, o Cremerj e Sindicato dos Médicos do Estado dos Médicos do Rio mostram preocupação na estrutura da unidade em atender à demanda local e da Olimpíada. Por outro, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirma que o “Rio possui experiência na realização de eventos e está preparado para as demandas de saúde que possam surgir durante o evento esportivo”. E ainda completa afirmando que “os turistas que vierem para a cidade durante o período olímpico poderão optar tanto pela rede pública quanto privada”.
Lista mostra os medicamentos que faltam no Salgado Filho
Lista mostra os medicamentos que faltam no Salgado Filho

Outros casos

Outras cinco unidades hospitalares municipais de referência para atendimento durante a Olimpíada também foram fiscalizadas pelo Cremerj. No Hospital Municipal Pedro II, por exemplo, após quatro meses de seu nascimento um bebê diagnosticado com neuropatia pós-asfixia perinatal não conseguiu transferência para fazer a cirurgia de gastrostomia (GTT) ­ – para introduzir uma sonda para alimentação já que a criança não consegue se alimentar sozinho. Segundo a mãe da criança, o hospital alega que não tem recursos para o procedimento, e não possui vaga em outras unidades. A Secretaria municipal de Saúde (SMS) disse que o quadro de neuropatia está sendo averiguado e que a criança está recebendo assistência médica. A cirurgia, ainda de acordo com a SMS está agendada para o final de agosto no Hospital Estadual da Criança.

Mais investimentos e qualificação

Para o deputado federal Indio da Costa (PSD), os problemas na saúde estão relacionados ao atual modelo de gestão.

— Na saúde, é preciso mais investimento, mas, em um momento de contenção de despesas e da crise econômica que país vive, é preciso sobretudo mais gestão. Isso pode ser feito por sistemas de tecnologia  — defende o parlamentar.

Segundo ele, a saúde precisa ser olhada sob dois aspectos: o caráter preventivo, voltada para questões como saneamento básico, vacinas e orientação, e a curativa com foco para a qualidade dos hospitais e postos de atendimento.— O modelo aplicado atualmente se esvaziou. A gestão deve ser despolitizada. Os administradores de postos de saúde, por exemplo, precisam passar por reciclagem, formação e ter conhecimento para exercer a função  — explica Indio da Costa.

Deputado Indio da Costa pede intervenção federal a Temer

Deputado Indio da Costa pede intervenção federal a Temer

O deputado federal Indio da Costa (PSD-RJ) entregou nesta quarta-feira, em Brasília, o pedido de intervenção federal no Rio ao presidente da República exercício Michel Temer (PMDB).

No documento, o parlamentar defende que a União interfira urgente na crise da segurança publica, da saúde e da educação no estado do Rio e na capital.

Durante o encontro, Temer adiantou ao parlamentar que a solicitação e análise da questão  é de responsabilidade da Presidência e que está prevista no artigo 84, da Constituição Federal, e também autorizada no artigo 34, inciso III.

– Temer disse que vai abrir um procedimento interno para que seja feito análise jurídica do pedido – adiantou Indio sobre a conversa com o presidente.

A intervenção é prevista quando a Ordem Pública está comprometida. Na tribuna, Indio da Costa defendeu que a situação no Rio é muito grave e que perdeu o controle.

– No estado se instalou uma situação de progressão comprometimento da Ordem pública – disse Indio.

Um dos trechos do documento diz: “No Rio, as pessoas são assassinadas a todo momento no estado, os hospitais públicos mesmo os municipais estão sem capacidade de atendimento digno à população e as escolas não conseguem ensinar,  professores estão sem pagamento e sem garantias para trabalhar, as prisões estão sem controle.”

Em outro tópico, afirma: “As pessoas no Rio de Janeiro perderam as garantias constitucionais porque a calamidade financeira reconhecida em decreto pelo governo interino, Francisco Dornelles, tirou do governo do estado o princípio da autoridade e a capacidade de recuperação dela em tempo suficiente para garantir a ordem pública”.

O parlamentar deixou claro que o pedido de intervenção federal não é militar, e sim relacionado aos serviços essenciais.

– É da segurança que perdeu o controle, da saúde que as pessoas estão morrendo e da educação. A gente sabe da gravidade da situação e não dá mais para esperar, é preciso reestabelecer a questão da Ordem Pública no Estado e também na cidade do Rio de Janeiro – destacou Indio da Costa.

Abaixo assinado pela Intervenção

O deputado federal Indio da Costa (PSD-RJ) organizou um abaixo assinado para ter apoio popular para Intervenção no Rio.

No link é http://indiodacosta.com.br/2016/07/05/assine-a-peticao-para-a-intervencao-federal-no-rio/

Assine a petição para a intervenção Federal no Rio

Assine a petição para a intervenção Federal no Rio

O maior patrimônio do Rio está ameaçado: a vida da população. Esta situação inaceitável é resultado da incompetência e omissão dos governantes em duas áreas que deveriam ser prioritárias: segurança e saúde. A escalada da violência ameaça até ó funcionamento de hospitais e clínicas, já deficientes por falta de atenção dos governos do Estado e da Cidade. É o atestado público e formal de que a administração pública esgotou seu papel. A intervenção federal – que já aconteceu em 2005 , na gestão de César Maia na prefeitura, decretada pelo então presidente Lula, devido ao caos na saúde – nada mais é do que transferir para o governo federal, por prazo limitado, a responsabilidade pelas ações que o governo do Rio deveria estar cumprindo.

Assine aqui:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Presidencia_da_Republica_Rio_Intervencao_Ja/edit/

VLT: faltou planejamento!

VLT: faltou planejamento!

O VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) é por exemplo, uma grande preocupação.
O Rio de Janeiro está a poucos dias dos Jogos Olímpicos. A prefeitura tem feito grandes intervenções na cidade, mas sem os cuidados necessários na rotina dos cariocas.
É lamentável que um projeto tão inteligente e bonito esteja sob uma tempestade de notícias ruins, incluindo o adiamento de sua inauguração, de 22 de maio para 5 de junho.
A falta de planejamento (de segurança de pedestres e usuários) é apenas a ponta do problema que está  por vir. O sistema utilizado no Rio para a circulação dos trenzinhos é o chamado de Alimentação pelo Solo (APS – fornecimento de energia para as composições através dos trilhos), usado em outros países com sucesso.
No entanto, a drenagem aqui é falha. Resultado: quando chove, a água toma conta do trajeto. O risco de choque elétrico é quase nenhum. Mas toda vez que houver um alagamento, o VLT vai parar de funcionar porque o escoamento é ineficiente.
Ou seja: a prefeitura investiu R$ 1,5 bilhão em um projeto que, ao chover, interromperá a circulação. A consequência do descaso segue o modelo da velha política de entregar tudo às pressas, a toque de caixa. Acabaram com os setores de obras e de fiscalização da prefeitura. Terceirizaram tudo ao longo da gestão do atual prefeito Eduardo Paes e do PMDB. Agora, o VLT não andará quando a rua estiver alagada. Os próprios moradores filmaram e fotografaram os alagamentos nos trilhos.
A solução era bem simples: ter feito o sistema de drenagem adequado para uma obra dessa importância à população. Ninguém pensou nisso!
O próximo prefeito vai ter que lidar com esses contratempos e refazer algumas obras para o bem e a segurança dos cidadãos.
Na prática, os problemas com o VLT já começaram a aparecer. No primeiro dia útil de seu funcionamento, por exemplo a composição parou após uma pane elétrica quando seguia em direção ao Aeroporto Santos Dumont. A população que circula pelo Centro da cidade reclama do canteiro de obras na região – principalmente no trecho entre a Central e a Praça XV –  local da segunda etapa de implantação do VLT e prevista para operar no segundo semestre, após os Jogos Olímpicos.
Recentemente, o Ministério Público entrou com uma ação civil pública para que a prefeitura, o consórcio responsável pelo VLT e a CET-Rio só iniciem as operações regulares depois que se cumpra uma série de determinações para acabar com  os riscos. Foi uma medida louvável! O MP requereu, entre outras coisas, a apresentação em juízo de todos os documentos  técnicos referentes à sinalização no trajeto dos futuros trechos de operação. A ação teve como base documentos e depoimentos colhidos em inquérito civil para investigar os impactos urbanístico e ambiental decorrentes da instalação do VLT. Ficou comprovado o descumprimento de obrigações contratuais, legais e de fiscalização.
Especialistas em transportes, como o professor do Departamento de Engenharia Industrial da PUC José Eugenio Leal, já alertaram sobre atropelamentos e colisões com carros em cruzamentos. No entanto, a prefeitura contrariou as recomendações do MP-RJ, que avalia a sinalização instalada inadequada e com riscos aos pedestres, motoristas e usuários, e  inaugurou o VLT.
Desde que iniciou as suas operações, o transporte é alvo de algumas reclamações de populares como falta de sinalização, do sinal sonoro baixo e de pouca informação sobre a circulação do vagão que conta com a presença de batedores para a escolta do novo transporte público.
Diferente do que a prefeitura afirmou toda a extensão do VLT de 26 quilômetros, não será inaugurada até a Olimpíada.
O VLT é arrojado, moderno, mas a prefeitura o jogou em um ambiente inseguro. O projeto é uma opção mais barata que o metrô. Muitas cidades estão optando por essa alternativa com o objetivo de retirar os carros das ruas e, assim, minimizar  o trânsito já caótico.
A mobilidade, com o direito de ir e vir, é fundamental para qualquer cidade. O prefeito não pode, simplesmente, lavar as mãos em nome da publicidade e da irresponsabilidade.

É ano de eleger o novo prefeito do Rio.

É ano de eleger o novo prefeito do Rio.

Você se sente seguro nas ruas do Rio ? Os hospitais funcionam bem? Tem vaga em creches públicas para seus filhos? As escolas preparam seus filhos com qualidade para terem emprego e renda de bom nível? Os ônibus têm conforto? Ar condicionado? São pontuais? As calçadas, praças, praias, lagoas e parques são limpos? Bem cuidados? Você concordou com o abusivo aumento de IPTU em algumas regiões da Cidade? Muitas obras foram feitas nesse período. Mas a atenção com as pessoas ficou em segundo plano. Basta precisar de uma consulta ou exames médicos para constatar que serviços são de péssima qualidade. O próximo prefeito do Rio precisa ter experiência política, ser um gestor experiente para recuperar as finanças da prefeitura, motivar seus servidores, cuidar do que foi feito, concluir as obras paradas e botar para funcionar o que não está funcionando.

Mobilidade Urbana

Mobilidade Urbana

Mobilidade Urbana Gostei de andar de bicicleta pela ciclovia da Niemeyer. Uma boa iniciativa para passear e evitar engarrafamentos. Entretanto, a obra interrompeu a linda vista que tínhamos do mar ao passar pela Avenida. A beleza natural do Rio é um ativo a ser apreciado e protegido. Além de atrapalhar a vista, corre-se o risco de pouco uso, pois como informa apesquisa feita pela Organização Rio Como Vamos, os ciclistas se sentem inseguros nas ciclovias. Defendo que a prefeitura priorize e invista na segurança na cidade. Há soluções simples e muita tecnologia disponível para isso. Basta vontade política!

Diga não a CPMF

Diga não a CPMF

Para protestar contra a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), assinei o manifesto no site do movimento Não Vou Pagar o Pato.
Vamos fazer parte dessa campanha pela redução da alta carga tributária brasileira. Diga não a CPMF! Ressuscitar esse famigerado imposto do cheque é um despropósito regressivo. É inadmissível aceitar o governo onerar o bolso do brasileiro com mais tributos para resolver a crise financeira do País. O contribuinte brasileiro tem umaelevada carga tributária, paga tantos impostos e não tem a contrapartida em serviços do Estado. Os serviços públicos de segurança, educação e saúde são de péssima qualidade. A CPMF foi criada em 2010 para resolver o problema da saúde, mas não foi isso que ocorreu por falta de verbas, mas por má gestão dos recursos. É preciso melhorar o gerenciamento das verbas disponíveis, e não taxar fortemente os trabalhadores e, principalmente, as pessoas de baixa renda. A população e a cadeia produtiva estão saturadas e não aguentam mais pagar tantos impostos. E para piorar ainda existe a crise econômica no Brasil, aumentando o desemprego e a desesperança da sociedade. A volta da CPMF
agravará essa situação, porque vai prejudicar ainda mais o mercado financeiro desencadeando uma série de aumentos. No Congresso Nacional continuarei atuando contra a aprovação da CPMF. Enquanto o governo não equilibrar o orçamento para evitar desperdícios dos recursos disponíveis, a redução de gastos e o combate a corrupção, não poderá exigir que a sociedade pague pelo ajuste das contas públicas. É preciso respeito com o trabalhador e o setor produtivo. Basta de imposto!