Mobilidade Urbana

Mobilidade Urbana

Mobilidade Urbana Gostei de andar de bicicleta pela ciclovia da Niemeyer. Uma boa iniciativa para passear e evitar engarrafamentos. Entretanto, a obra interrompeu a linda vista que tínhamos do mar ao passar pela Avenida. A beleza natural do Rio é um ativo a ser apreciado e protegido. Além de atrapalhar a vista, corre-se o risco de pouco uso, pois como informa apesquisa feita pela Organização Rio Como Vamos, os ciclistas se sentem inseguros nas ciclovias. Defendo que a prefeitura priorize e invista na segurança na cidade. Há soluções simples e muita tecnologia disponível para isso. Basta vontade política!

Diga não a CPMF

Diga não a CPMF

Para protestar contra a volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), assinei o manifesto no site do movimento Não Vou Pagar o Pato.
Vamos fazer parte dessa campanha pela redução da alta carga tributária brasileira. Diga não a CPMF! Ressuscitar esse famigerado imposto do cheque é um despropósito regressivo. É inadmissível aceitar o governo onerar o bolso do brasileiro com mais tributos para resolver a crise financeira do País. O contribuinte brasileiro tem umaelevada carga tributária, paga tantos impostos e não tem a contrapartida em serviços do Estado. Os serviços públicos de segurança, educação e saúde são de péssima qualidade. A CPMF foi criada em 2010 para resolver o problema da saúde, mas não foi isso que ocorreu por falta de verbas, mas por má gestão dos recursos. É preciso melhorar o gerenciamento das verbas disponíveis, e não taxar fortemente os trabalhadores e, principalmente, as pessoas de baixa renda. A população e a cadeia produtiva estão saturadas e não aguentam mais pagar tantos impostos. E para piorar ainda existe a crise econômica no Brasil, aumentando o desemprego e a desesperança da sociedade. A volta da CPMF
agravará essa situação, porque vai prejudicar ainda mais o mercado financeiro desencadeando uma série de aumentos. No Congresso Nacional continuarei atuando contra a aprovação da CPMF. Enquanto o governo não equilibrar o orçamento para evitar desperdícios dos recursos disponíveis, a redução de gastos e o combate a corrupção, não poderá exigir que a sociedade pague pelo ajuste das contas públicas. É preciso respeito com o trabalhador e o setor produtivo. Basta de imposto!