Regularizar imóveis é preciso e necessário

Regularizar imóveis é preciso e necessário

Ao lado do prefeito Marcelo Crivella, encontrei pessoas excepcionais, dispostas a fazer de Fernão Cardim um lugar melhor            

“Há 19 anos, não vejo um prefeito por aqui. Hoje, tenho certeza que demos um passo importante. O título de propriedade é uma garantia importante para todos nós, moradores. Moro aqui há 42 anos e, agora, estou esperançosa de que muitas coisas vão acontecer. Somos uma comunidade pequena, mas com muitos idosos e crianças. Espero muitos projetos esportivos e de lazer, além de um novo olhar para a nossa creche”.

O depoimento de Ana Claudia Faria, moradora da comunidade Fernão Cardim, no Engenho de Dentro, resume o sentimento das famílias que vivem no local. Entregamos nesta sexta-feira, no local, 619 títulos de propriedade.

Estão previstas novas entregas na Rocinha e em Marechal Hermes ainda neste mês. O desafio é enorme, mas montamos uma estrutura na Secretaria municipal de Urbanismo Infraestrutura e Habitação para que a titulação seja permanente e veloz. Graças à nova Medida Provisória 759, do governo federal, será possível legalizar em até 60 dias essas moradias, que antes demoravam cinco anos.

Ao lado do prefeito Marcelo Crivella, encontrei pessoas excepcionais, dispostas a fazer de Fernão Cardim um lugar melhor. E tenho certeza que será. Com seus títulos em mãos, os moradores irão valorizar ainda mais a comunidade, zelar pelas ruas, pelos equipamentos, praças e quadras.
Reforma das Escolas

eventodiretoresA convite das secretarias municipais de Saúde e Educação, Esportes e Lazer, também fui ao encontro de 1.500 diretores escolares que se mobilizaram para o combate ao mosquito Aedes aegypti, no Centro de Convenções do Sulamérica. Demos o pontapé inicial para a campanha “Aqui mosquito não se cria”. Os professores têm papel importante no diálogo e na mobilização das crianças, jovens e famílias.

Não poderia ter ficado mais feliz com a recepção que recebi, pois sempre defendi que a educação deve ser prioridade. Por isso, fiz uma lista de escolas junto com o secretário municipal de Educação, César Benjamin, que precisam fazer manutenção urgentemente. Durante a campanha eleitoral, estive em alguns colégios e constatei a precariedade das unidades. Vamos priorizar as reformas!

Sonhei!

Sonhei!

Há bastante trabalho a realizar. Vou a ele com muita disposição para recuperar o Rio para as pessoas.            

Qual é o meu sonho? Humanizar o Rio de Janeiro! Torná-lo um espaço que não oprima as pessoas nem dificulte a vida delas. Eu sonho com uma cidade em que todas as pessoas, indistintamente, se sintam bem nela. Será esse um sonho sem possibilidade de ser real?

Para realizar esse sonho, fui candidato a prefeito. Não venci, mas segui a orientação do craque urbanista Jaime Lerner. Ele sempre lembra que, quando a gente não realiza um sonho, não precisa se frustrar. Basta se dedicar a ele com profundidade, porque um dia ele volta e cutuca a gente. Esse momento, será a nossa segunda chance.

No domingo, eu assumirei a Secretaria municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, a convite do prefeito Marcelo Crivella. Nós nos enfrentamos no primeiro turno da campanha, com propostas parecidas. Eu gostaria de ter vencido, é evidente.

No segundo turno, contudo, percebi o meu sonho me cutucar e eu não poderia perder a chance. Então, dediquei-me à campanha de Crivella, porque vi, entre as propostas, a dele como a mais próxima do meu sonho: ter uma administração que pense nas pessoas e cuide para que elas tenham qualidade de vida. Faça com que todos nós que vivemos o Rio de Janeiro tenhamos paz e não o sentimento de opressão e medo.

O compromisso do prefeito está claro e sempre foi o meu: mudar a realidade ruim que há no Rio de Janeiro, uma cidade em colapso. Para mudar realidades ruins, é preciso vontade política e visão solidária. É preciso também usar a estratégia para fazer de cada problema uma solução. Os problemas da cidade afetam todas as pessoas, indistintamente.

No Urbanismo, a prefeitura esqueceu as normas técnicas e até mesmo éticas. O setor virou um balcão que cria exigências sem pé nem cabeça, burocracias e taxas absurdas. Seria obrigação do urbanismo estimular a integração da questão urbana à beleza natural e às virtudes do povo. Se há uma área na prefeitura com responsabilidade absoluta, mas nunca solitária, ela é o Urbanismo.

Na Infraestrutura, tenho o dever de implantar um conceito novo. A cidade passou por uma grande cirurgia e não tem como nem razão para fazer outras. É hora de entrar com a acupuntura, pequenas intervenções que para ter escolas, unidades de saúde e todos os órgãos públicos com ambientes agradáveis e funcionais. As ruas, praças e, principalmente, calçadas, com estruturas decentes.

Na Habitação, é preciso inserir o conceito de residência, de lar. Não é suficiente construir. É preciso conservar e integrar o ambiente. Tentar aproximar lar, trabalho e mobilidade. Na habitação será essencial também ter um projeto para segurança dos conjuntos habitacionais.

Enfim, há bastante trabalho a realizar. Vou a ele com muita disposição para recuperar o Rio para as pessoas.

Crédito da foto: Reprodução/Internet

A transição e as promessas de Crivella

A transição e as promessas de Crivella

Os cariocas podem ficar tranquilos quanto ao cumprimento de todas as promessas            

A reportagem publicada hoje pelo jornal O Globo com a manchete: “Cidade em Transição – Promessas de R$ 8,6 bilhões” simula os custos das promessas feitas e assinadas por Crivella durante campanha eleitoral. Segundo o texto, do repórter Luiz Ernesto Magalhães, o impacto no orçamento até 2020 seria algo de R$ 8,6 bilhões relativos a 20 projetos, incluindo obras, equipamentos e investimentos em infraestrutura por toda a cidade.

São números frios que não consideram uma questão básica: a possibilidade de uma gestão austera e eficiente capaz de cumprir as promessas por bem menos.

Participei hoje da primeira reunião de trabalho da transição. Dois objetivos estão estabelecidos previamente pelo Prefeito eleito:

  1. Economizar com a obrigação de buscar o reequilíbrio das contas da prefeitura, para evitar que a Prefeitura do Rio passe pelas mesmas dificuldades que o Governo do Estado enfrenta no momento.
  1. Cumprir todos os compromissos que o prefeito eleito assumiu com o povo. Fazer com que a prefeitura trabalhe efetivamente para o povo.

Os cariocas podem ficar tranquilos quanto ao cumprimento de todas as promessas. Repito o que disse o prefeito eleito Marcelo Crivella: vamos cumprir com muito trabalho, criatividade e inteligência.

Foto: Divulgação