O GLOBO: ‘Paes não é um grande cabo eleitoral’, diz Indio ao minimizar ascensão de Pedro Paulo

O GLOBO: ‘Paes não é um grande cabo eleitoral’, diz Indio ao minimizar ascensão de Pedro Paulo

“O eleitor que quer melhores serviços vai entender que sou um candidato seguro”          

RIO – O candidato do PSD à prefeitura do Rio, Indio da Costa, minimizou o crescimento do peemedebista Pedro Paulo nas últimas pesquisas divulgadas pelo Datafolha e Ibope. O candidato apoiado pelo prefeito Eduardo Paes apareceu numericamente na frente no grupo empatado em segundo lugar.

Em pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Datafolha, Pedro Paulo (PMDB) aparece com 11% das intenções de voto, seguido por Marcelo Freixo (PSOL), que tem 10%, enquanto que Indio da Costa tem 5%. Já segundo os dados do Ibope, o candidato do PSD aparece em terceiro, com 8% da fatia do eleitorado, apenas um ponto percentual atrás de Freixo e a três do Pedro Paulo.

– O índice de rejeição é alto. Se ele não tivesse agredido a mulher e a avaliação da prefeitura não fosse ruim, quem sabe tivesse chance. O Eduardo (Paes) não é um grande cabo eleitoral – declarou ele.

Para conquistar o eleitorado do peemedebista, Indio diz que deixará claro no debate na TV Globo, na próxima quinta-feira, que concluirá obras paradas por falta de recursos e fará a manutenção do que foi construído na gestão de Paes.

– O eleitor de classe média que quer melhores serviços vai entender que sou um candidato seguro – afirmou.

Nesta terça-feira, Indio distribuiu panfletos na Praça Saes Peña, na Tijuca, e conversou com moradores e comerciantes da região. O candidato do PSD aposta no boca a boca como estratégia para ganhar eleitores na reta final da eleição e tem usado um carro de som para se locomover pela cidade.

– O Pedro Paulo não pode andar na rua como eu, só em ambiente controlado – ironizou.

Fonte: O GLOBO 27/09/2016

O GLOBO: ‘O Rio não elege extremos’, afirma Indio sobre adversários em segundo lugar

O GLOBO: ‘O Rio não elege extremos’, afirma Indio sobre adversários em segundo lugar

Para Indio, busca do eleitorado por candidaturas de centro o levará ao 2º turno        

RIO — O candidato a prefeito Indio da Costa (PSD) afirmou nesta segunda-feira que vai ao segundo turno porque, na sua avaliação, “o Rio não elege extremos”, em referência a adversários de “extrema” direita e esquerda, e por considerar que a candidatura de Pedro Paulo (PMDB) já está fora da disputa. Segundo levantamentos do Ibope e do Dafolha, Indio está tecnicamente empatado em segundo lugar com o peemedebista e outros três candidatos, Jandira Feghali (PCdoB), Marcelo Freixo (PSOL) e Flávio Bolsonaro (PSC).

— Vou para o segundo turno porque o Rio não elege extremos. O Bolsonaro foi para o debate de ontem mais à direita, com uma crise de identidade em relação ao pai. A esquerda está dividida — disse.

Cercado por mulheres ligadas ao PSD e PMB, Indio propôs em frente a um centro especializado de Assistência Social, no Flamengo, atendimento 24 horas para vítimas de violência doméstica em centros de encaminhamento da prefeitura. Segundo ele, a prefeitura só atende hoje de 9h às 17h. A ideia é articular o trabalho da guarda municipal feminina, das polícias militar e civil, assistentes socais e psicólogos para conduzir mulheres a abrigos especializados. Indio ressaltou que as mulheres farão parte do seu governo, inclusive em cargos de primeiro escalão.

— Ao longo da campanha, por conta da agressão de Pedro paulo (a ex-mulher), fui cobrado por grupos de mulheres. Também tive que sintetizar 600 páginas do plano de governo para enviar ao TSE — afirmou, ao explicar que a proposta foi incorporada após a conclusão do plano de governo.

PEDRO PAULO FORA DA DISPUTA

No debate promovido neste domingo pela Record, a principal estratégia de Indio foi enfatizar a denúncia contra Pedro Paulo de agressão à ex-mulher, Alessandra Marcondes. O peemedebista foi investigado em um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e inocentado, posteriormente. Para o candidato do PSD, o caso somado à avaliação negativa da prefeitura o impedirá de crescer entre o eleitorado e chegar ao segundo turno.

Sobre a troca de acusações no debate deste domingo, em detrimento do detalhamento de propostas, Indio afirmou que os planos de governo aparecem com frequência em outros espaços.

— Todas as propostas dos candidatos estão nas propagandas de televisão, na imprensa, e na internet — disse, lembrando que seu site ficou fora do ar com o aumento expressivo de acessos na noite de domingo, durante o debate.

Fonte: O Globo 26/09/2016

 

Entrevista Veja: “O Rio não vai eleger um covarde”, diz Indio

Entrevista Veja: “O Rio não vai eleger um covarde”, diz Indio

Indio dispara críticas a Pedro Paulo Carvalho e não poupa Marcelo Crivella          

Em seu segundo mandato como deputado federal, Indio da Costa (PSD) demonstra segurança de que vai ser ele o ocupante da cadeira de prefeito do Rio de Janeiro. Isso mesmo diante dos atuais 6% de intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha. Às vésperas do pleito, a estratégia é entrar no ringue para tentar vaga no segundo turno. Em entrevista a VEJA, Indio disparou para todos os lados: classificou o prefeito Eduardo Paes de “coronel”, chamou o candidato Pedro Paulo Carvalho de “covarde” e disse que Crivella “faz parte de um projeto nacional de poder da igreja Universal”. Abaixo, os principais trechos da entrevista.

O senhor foi secretário de Esportes do governo Eduardo Paes em 2013. Por que saiu? Idealizei um projeto para ex-atletas inspirarem alunos de favelas a exercer uma atividade esportiva. Mas o Eduardo Paes nunca o tirou do papel por uma razão que não engoli. Me disse: “Não vou botar azeitona na empada do Beltrame (secretário estadual de segurança). Ele pode ser candidato a governador em 2018 e não vou fortalecê-lo”. Pedi para ser exonerado.

De lá para cá houve alguma tentativa de reaproximação? Quando fui eleito deputado federal em 2014, o Eduardo pediu que eu encontrasse o Pedro Paulo. Fui e fiquei horrorizado.

Por quê? Prefiro não entrar no detalhe.

Ficaram sequelas do rompimento com o prefeito? Da minha parte não. O Eduardo é um coronel. Ele não respeita as pessoas.

Pedro Paulo está embolado com o senhor e outros na vice-liderança das pesquisas. A máquina do governo não pode fazer a diferença na reta final? Não acredito que o Rio vai eleger um covarde que bate em mulher para prefeito do Rio. Sei de candidatos a vereador do próprio PMDB que rasga o panfleto para tirar a foto do Pedro Paulo.

Por que não fez aliança com o candidato do PSDB, Carlos Osório, que tem afinidade ideológica com o senhor? Encomendei uma pesquisa que mostrava que comigo de vice o Osório teria potencial de alcançar 6% como o cabeça da chapa, enquanto eu, 20%. Mas ele me disse que não estava preparado para ser vice. Eu respeitei.

Qual será sua estratégia para vencer Marcelo Crivella em um eventual segundo turno? Eu vou ganhar a prefeitura, não tenho nenhuma dúvida. A Igreja Universal, à qual ele pertence, tem um projeto nacional de poder insano e exclusivista.

Circulou na internet um vídeo em que pessoas da Rocinha diziam que haviam recebido dinheiro para fazer campanha para o senhor durante uma de suas visitas à favela. Procede? Não conheço nenhuma daquelas pessoas. Elas são ligadas ao narcotráfico.

No passado, o senhor defendeu a aplicação de multa para quem desse esmola para moradores de rua. Ainda é a favor da medida? O que eu queria era discutir a questão da exploração infantil e a única maneira que via era cortando o fluxo financeiro. Hoje não defendo mais isso.

O senhor aprovou a Olimpíada carioca? Foi um evento excepcional, mas o Eduardo apostou nas Olimpíadas, e não nos cariocas.

Por que afirma isso? A gestão Paes foi péssima na questão social, mas um sucesso na intervenção urbana, sobretudo na recuperação do Porto Maravilha. Por isso, vai entrar para a história. Mas eu também teria estruturado a Guarda Municipal e incluído em creches as 42 000 crianças que continuam sem vaga.

Mas a cidade quintuplicou sua capacidade no transporte público. Os BRTs são um puxadinho. Pelo preço que custou o metrô, poderia ter ido muito além da Barra da Tijuca.

Metrô não é atribuição do governo do Estado? Vamos combinar que Estado e prefeitura do Rio são um só. Foi o sistema chamado PMDB que colocou o Eduardo na prefeitura do Rio. Ele mesmo ficou assustadíssimo quando descobriu quanto tinha custado sua campanha, coordenada pelo Wilson Carlos (ex-secretário de Governo de Sérgio Cabral). O Wilson falou assim para o Eduardo: “Eu te disse que sei fazer bem feito, mas não falei que era barato.”

Fonte: Veja 23/09/2016

 

Indio investirá em moradia e aposta em gestão participativa

Indio investirá em moradia e aposta em gestão participativa

Confiante em um 2º turno, Índio afirma que olhará pelos cariocas          

Com mais de 25 anos de vida política, Indio da Costa é o candidato do Partido Social Democrático (PSD) às eleições que escolherão o próximo prefeito da cidade do Rio de Janeiro.

Em seu segundo mandato como deputado federal, Índio já foi vereador três vezes e administrou a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer do Rio e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Na Câmara dos Deputados, foi um dos relatores do Projeto de Lei Ficha Limpa. Além disso, em 2010, concorreu à vice-presidência do Brasil na chapa de José Serra.

Carioca, Índio tem 45 anos, é formado em direito e pertence a uma família premiada de arquitetos. Em entrevista ao Portal da Band, apresentou propostas e apontou grandes desafios que o próximo prefeito encontrará na gestão municipal. Índio garantiu que está pronto para governar e acredita que estará no segundo turno para decidir o resultado nas urnas.

Participação com tecnologia

A tecnologia fez com que grande parte dos candidatos apresentassem propostas de interação com eleitores por meio de aplicativos e plataformas digitais. Índio contou que aposta nessa ideia e que vai oferecer à sociedade uma participação ativa.

“Esse governo participativo que a esquerda tanto preconizou, agora sairá do papel de maneira verdadeiramente interativa. Não será apenas um nicho ou um grupo de pessoas formado por determinados partidos que apontarão questões ligadas à cidade. Será o governo do carioca para o carioca. Vamos trabalhar juntos”, frisou.

Índio explicou que uma das propostas para a futura ferramenta é permitir que questões sociais sejam avaliadas no momento do atendimento.

“Imagina você em uma escola ou em um hospital. Se depois do atendimento você achar necessário apontar uma reclamação ou sugestão, poderá fazer pelo smartphone”, disse.

Regulamentação de trabalho

Uma das metas do plano de governo do candidato é regulamentar os trabalhos ilegais em diversos setores e investir na criação de novos empregos para a população. Entretanto, afirmou que, para isso, precisará criar um projeto integrado, envolvendo várias questões socioeconômicas.

“Vamos dar qualificação profissional, legalizando onde for possível essas atividades sem regulamentação. Uma das macrofunções que quero trabalhar é o desenvolvimento social e econômico. Pensaremos como a pessoa vai melhorar de vida e conseguir ter renda para pagar as contas”, explicou.

Índio contou que olhará também pelos corredores comerciais populares da cidade, como Mercadão de Madureira e Saara.

“Muitas questões precisam ser revistas nesses lugares, e o prefeito deve agir para melhorar essas regiões. Por exemplo, precisamos garantir a segurança, reforçar a iluminação e pensar na acessibilidade desses locais. Recentemente estive no Saara, no Centro. Se algum cadeirante quiser ir a uma loja, não conseguirá entrar. Precisamos repensar como garantir esse acesso para todos”, disse.

Terceira Idade

Segundo o próprio candidato, grande parte de seus eleitores são do grupo da terceira idade. Ele atribui esse apreço aos projetos que elaborou em favor dos aposentados, principalmente quando começou seu trabalho político no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio.

“É uma parte da população que olho com muito carinho. Quero oferecer oportunidades e atividades que permitam que essas pessoas saiam da ociosidade. Os idosos têm muito conhecimento e podem contribuir com suas experiências”, afirmou.

Se eleito, Índio garantiu que vai acabar com os descontos que a atual prefeitura faz no benefício dos aposentados e vai rever a possibilidade de reduzir o IPTU nos imóveis daqueles que tenham dificuldades financeiras.

“Precisamos respeitar a necessidade dessas pessoas que precisam comprar remédio, que muitas vezes necessitam contratar um serviço de acompanhamento. Há muito que fazer pelos nossos idosos”.

“Esporte me afastou da atual prefeitura”

Ao ser questionado de quais seriam seus projetos para incentivar o esporte no município, Índio confessou que divergências na época em que foi secretário da pasta o levaram a pedir afastamento.

“Em 2013, tentei levar para dentro das comunidades um programa chamado ‘Virando o Jogo’, que promovia o esporte nessas áreas. No entanto, Eduardo Paes se negou por achar que beneficiaria o Beltrame e o projeto das UPPs. Não quis participar de um governo que em vez de priorizar quem está precisando, visava o jogo político eleitoral”, desabafou.

Para reverter o jogo e conseguir concretizar seus projetos, Índio disse que usará o esporte como motivação para dentro da sala de aula, “ensinando a ganhar e perder, a ter adversários, e não inimigos”. Umas das propostas é promover atividades para estudantes da rede municipal depois das aulas, cumprindo assim a promessa de tê-los mais tempo nas escolas.

Potencializando investimentos

Para tentar rever a precariedade de moradias, principalmente nas comunidades carentes do município, Índio da Costa pretende dar títulos de propriedade para os moradores que já estão alocados nesses lugares.

“Se você legaliza, a cada R$ 1 que a prefeitura coloca, eles investem muitos outros reais. Quando o morador tem a propriedade e a legalização do RGI (Registro Geral de Imóveis), coloca o dinheiro dele também na segurança de lutar para construir o que é seu”, pontuou.

Gestão da simplicidade

Índio destacou dois pontos que acredita que vão impactar mais diretamente a vida dos fluminenses durante sua gestão. Para ele, a valorização do carioca e a criação de uma nova matriz econômica serão os norteadores de seu governo.

“Vou fazer um governo simples, que zele pelas pessoas e valorize o carioca. Cuidarei do funcionamento de todos os serviços. O diferencial será ter o povo contribuindo e avaliando as mudanças”, resumiu.

Fonte: Portal Band 22/09/2016

‘Tenho mais chances de crescer’, diz Indio sobre Datafolha

‘Tenho mais chances de crescer’, diz Indio sobre Datafolha

Indio aposta no tom ‘moderado’ e baixa rejeição para ir ao segundo turno          

RIO — Tecnicamente empatado em segundo lugar com outros quatro candidatos a prefeito, de acordo com o Datafolha, Indio da Costa (PSD) afirmou nesta quinta-feira que tem mais chances de chegar ao segundo turno com Marcelo Crivella (PRB) que seus adversários por se considerar moderado em relação a candidatos de “extrema esquerda e direita” e por não ter alta rejeição. O candidato do PSD manteve 6% de intenções de voto, de acordo com a pesquisa.

— A Jandira (Feghali) e o (Marcelo) Freixo são de extrema esquerda, o (Flávio) Bolsonaro de extrema direita e o Pedro Paulo tem rejeição lá em cima. Tenho mais chances de crescer.

Indio também aposta no fato de ser menos conhecido que os concorrentes que disputam o segundo lugar. De acordo com o Datafolha, sua rejeição é de 13%. Pedro Paulo lidera o índice rejeição com, 32%. Depois, estão Flávio Bolsonaro, com 27% e Jandira Feghali, com 23%. Crivella tem 21%, enquanto Freixo soma 15%.

Durante uma sabatina realizada pelo Sindicato de Médicos do Rio na noite desta quinta-feira, antes de ter acesso ao levantamento do Datafolha, Indio voltou a defender que é o único candidato com chance de ganhar de Marcelo Crivella (PRB) no segundo turno.

— Se vocês querem que o Crivella ganhe, vote nos demais candidatos.

O Datafolha indica, no entanto, que, em um cenário de segundo turno, Crivella venceria Indio com 52% dos votos, contra 26%. O desempenho do candidato do PSD é o segundo melhor. Em um eventual segundo turno, Jandira Feghali conseguiria mais votos, mas também perderia para o candidato do PRB.

 

‘O percentual de indecisos caminha na minha direção’, diz Indio sobre Ibope

‘O percentual de indecisos caminha na minha direção’, diz Indio sobre Ibope

Na briga pelo segundo lugar, candidato do PSD aposta na oposição a Crivella        

RIO — Após subir dois pontos percentuais em intenções de voto, de acordo com a pesquisa realizada pelo Ibope e divulgada nesta quarta-feira, o candidato do PSD Indio da Costa quer convencer na reta final da campanha os eleitores indecisos e conquistar o apoio dos que não querem Marcelo Crivella (PRB) na prefeitura do Rio. Com 7% da intenções de voto e tecnicamente empatado no segundo lugar com Marcelo Freixo (PSOL), Pedro Paulo (PMDB), Flávio Bolsonaro (PSC) e Jandira Feghali (PCdoB), Indio acredita que conseguirá se distanciar dos concorrentes divulgando seu perfil e experiência em gestão.

— Meu distanciamento em relação aos demais ocorrerá porque nenhum tem a minha experiência de gestão. Agora que ele ficou para trás, o eleitor do (Carlos) Osório (PSDB) caminha para mim. A rejeição grande ao Pedro Paulo o impedirá de crescer. O percentual de indecisos caminha na minha direção — afirmou Indio nesta quinta-feira, durante uma visita ao Largo do Machado, Zona Sul do Rio.

Segundo o Ibope, 19% dos eleitores votarão branco ou nulo, enquanto 4% não sabem em quem votar. Indio também vê a possibilidade de ganhar votos transferidos dos demais candidatos por, na sua avaliação, ter baixa rejeição e maiores chances de ganhar do Crivella no segundo turno. Indio minimizou o crescimento de Crivella, segundo a pesquisa. O candidato do PRB subiu quatro pontos percentuais e passou a ter 31% dos votos.

— O resultado está inchado. O Crivella tem dois problemas: o Edir Macedo e o (Anthony) Garotinho. A pesquisa ocorre em um momento em que os eleitores não pensam muito em quem votar. As últimas 48 horas é que serão decisivas. O eleitor vai identificar aquele que tem mais chances de ganhar do Crivella no segundo turno. No segundo turno, sem a presença dos candidatos inicialmente escolhidos, eu sou a primeira opção para receber o voto em todos os casos — avaliou.

O candidato do PSD destaca que Freixo — na segunda posição, se desconsiderada a margem de erro — é mais conhecido entre a população carioca e mesmo assim caiu na comparação com a pesquisa anterior. Para ele, embora Freixo tenha uma taxa de rejeição menor, a campanha do candidato do PSOL pode ser prejudicada pela denúncia do Ministério Público contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo que seu partido faça oposição ao PT.

— A esquerda fica sem discurso. Além disso, eles votaram contra o impeachment de Dilma, que teve como pano de fundo o desemprego e a corrupção — defende Indio.

Fonte: Jornal O Globo – 15/09/2016